Migração de rede: cablagem estruturada de alto rendimento

Cada Centro de Dados afronta o mesmo desafio: a necessidade de ele suportar a crescente demanda de largura de banda. Ao mesmo tempo, ele satisfaz as demandas de escalabilidade, flexibilidade e redundância. Em um intuito por manter sob controle os custos associados, os planejadores de Centros de Dados estão na procura da utilização de arquiteturas de cablagem de alta densidade e equipes de computação  para maximizar a utilização  do espaço do solo. Porém, devido ao ritmo de inovação  na tecnologia de interconexão do Centro de Dados, o fato de não desenhar a infraestrutura de cablagem estruturada corretamente, hoje em dia pode gerar custosas atualizações, aumento no tempo de inatividade e  redução da competitividade no futuro.

Um enfoque baseado nos padrões

Quando o programa de níveis original foi criado pela Anixter na década de 1990, ela reconheceu os desafios afrontados pelos desenhadores quando tentaram selecionar o tipo e o grau correto de cablagem de comunicações de baixa tensão necessários para que  o emergente protocolo de Ethernet seja apoiado. Ele era implementado  através das redes empresariais. Embora a indústria Tenha Evoluído a partir desses primeiros sistemas de 10 Mbps aos padrões que os sistemas de 100 Gbps suportam, que, aliás, na atualidade podem ser vistos nos Cen­tros de Dados, ainda existem os mesmos desafios: a grande quantidade de opções relacionadas à seleção dos meios, a arquitetura de cablagem e a administração de cablagem

O tráfego está mudando o Centro de Dados

Antes de a tecnologia da nuvem e a tecnologia da virtualização de servidores surgirem, a maioria do tráfego de um Centro de Dados ia da rede de Centros de Dados LAN até a rede WAN. Com a tecnologia da virtualização de servidores, a possibilidade de os sistemas operativos e os programas do servidor físico serem desacoplados, melhorou a utilização do servidor, já que varias secções virtuais podem ser alojadas em um servidor. Nos âmbitos virtualizados atuais, a comunicação de servidor para servidor representa 76% do tráfego no Centro de Dados. Essa mudança no tráfego trouxe como consequência uma mudança nas principais preocupações para o investimento dos operadores de Centros de Dados de mercado médio, na medida em que as demandas de capacidade do servidor aumentaram:

Conectividade do Centro de Dados: 82%
Disponibilidade e resiliência da energia, espaço, refrigeração e conectividade no Centro de Dados: 80%
Controle sobre as instalações: 78%
Acesso à nuvem: 75%

Os obstáculos do Centro de Dados para uma cablagem estruturada de alto rendi­mento

A migração para um sistema de cablagem estruturado de alto rendimento não é tão simples como tirar e substituir a cablagem atual. É preciso abordar cinco áreas diferentes na hora de a migração do Centro de Dados ser avaliada:

A amortização do investimento de cablagem.
A complexidade da infraestructura.
O ritmo da inovação e a adop­ção.
A velocidade de implementação.
As restrições de sistemas legacy.

Na hora de determinar uma estratégia de migração da rede, é preciso abor­dar essas áreas enquanto nos aprontarmos para suportar as tecnologias do futuro, sejam lá quais forem. Porém, sem dúvida irão precisar de maior armazenamento, velocidade, fiabilidade e capacidade de resposta. Na estratégia de migração de rede da Anixter, é importante afrontarmos vários critérios dentro do Centro de Dados:

Topologia de cablagem: importância dos sistemas de desenho e cablagem.
A seleção dos meios: o cobre e a tecnologia de fibra.
A complexidade.
O switch e a arquitetura geral
Flexibilidade: desenho para o crescimen­to

Via anixtersoluciones.com

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