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Tire dúvidas sobre Wi-Fi: celular pode ser hackeado? Como ter privacidade?

Tire dúvidas sobre Wi-Fi: celular pode ser hackeado? Como ter privacidade?

3 de outubro de 2019

Saiba também se uma rede no trabalho tem acesso às suas informações pessoais.

Como ter privacidade na rede Wi-Fi?

Há pouco tempo fui surpreendido em minha casa, pois percebi que alguém estava verificando os meus acessos apenas por estar logado no meu Wi-Fi. Como posso preservar minha privacidade? – Alexandre

Será que a sua conexão Wi-Fi está com uma senha adequada? Se alguém puder entrar na mesma rede local que você — como acontece quando duas pessoas estão no mesmo Wi-Fi —, a rede pode sofrer interferências e seus acessos podem ser desviados ou espionados.

Você deve configurar seu roteador Wi-Fi com uma senha forte e escolher o método de autenticação “WPA2” (ou WPA2 com AES, caso essa configuração esteja especificada). Você não deve manter a senha que vem de fábrica e não deve utilizar nenhuma senha fácil de adivinhar.

Esse ajuste é realizado no seu roteador ou modem de internet (se ele tiver um Wi-Fi integrado). Infelizmente, os aparelhos são muito diferentes e não é possível fornecer instruções exatas para todos. Se o equipamento foi fornecido pelo seu provedor de internet, o suporte técnico pode auxiliar você. O manual também pode ter orientações.

Não devem ser usadas as opções de WEP, WPA, “Mixed” e “TKIP”. Deixar a conexão Wi-Fi sem senha, com uma senha padrão de fábrica ou com um desses mecanismos de segurança pode permitir que pessoas entrem na sua rede ou interfiram com sua conexão.

A rede do trabalho tem acesso aos seus dados?

Através de uma rede de Wi-Fi de uma instituição privada (na qual trabalho) eles podem ter acesso às minhas informações, sem a minha permissão, caso eu esteja conectada? – Ana Carolina

Se o aparelho que você está usando (celular ou notebook) pertence a você e não foi alterado pela empresa, a companhia não poderá acessar a maioria dos seus dados. Mas ela pode, sim, ter alguma noção do que você faz.

Aplicativos populares, como o WhatsApp, Facebook, Twitter e Gmail, usam recursos de segurança que dificilmente vão funcionar se a empresa tentar desviar, grampear ou adulterar a conexão.

Porém, ainda que os dados estejam seguros, a empresa ainda saberá que você acessou esses serviços. Em outras palavras, a empresa pode até estimar quantos minutos você passou no WhatsApp e no Facebook, mas não pode ver o conteúdo das suas comunicações.

Se você acessar serviços de conteúdo específico, fica ainda mais simples. Um exemplo: se você acessou o YouTube, certamente estava conferindo vídeos.

Um volume alto de dados também indica que você estava consumindo conteúdos mais pesados, como vídeos ou músicas, independentemente do serviço envolvido.

Embora a empresa não possa saber quais vídeos você assistiu ou quais músicas ouviu, todo mundo pode determinar a quantidade de tráfego que passa pela rede e quem foi que solicitou esse tráfego na rede.

Você até pode utilizar um serviço de Rede Virtual Privada (VPN, na sigla em inglês) para ocultar totalmente o seu tráfego. Mas, nesse caso, a empresa saberá que você usou o serviço de VPN, ficando subentendido que você quis ocultar sua atividade.

Não há como acessar um serviço sem que o dono de uma rede saiba que o referido serviço foi acessado. A rede precisa saber disso para encaminhar a sua conexão ao destino correto. E isso não vale só para o Wi-Fi — todas as conexões são assim.

Para serviços que não utilizam nenhuma criptografia (sites sem “HTTPS” acessados pelo navegador), a empresa pode ter acesso a todo o conteúdo da comunicação. Com isso, ela poderia saber as páginas específicas que você acessou. Mas vale repetir: isso só vale para sites sem HTTPS, que são a minoria dos sites hoje.

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Via g1.